“Se dúvidas houvesse, eis mais uma decisão ditatorial à boa maneira socialista”

Sim, sem margem para dúvidas, ditatorial a tal ponto, que bem pode pedir meças aos regimes de Xi Jinping e de King Jong Un, seus “primos” de ideologia política.

Obviamente me refiro, à incompreensível “requisição” (este termo com uma sonoridade e um cariz autoritário, recordatório do muito que se desejaria esquecido e ultrapassado em definitivo) do empreendimento “Zmar”, um eco resort para férias em família na Zambujeira do Mar, Alentejo, que por coincidência atravessa um período difícil em termos financeiros, fala-se mesmo em insolvência.

Entretanto é habitado por algumas famílias às quais o subtil servidor de António Costa (ainda primeiro-ministro do governo de Portugal), o Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, indefetível camarada daquele, pretende, custe o que custar, conceder a mordomia de coabitar com umas dezenas de imigrantes originários do Paquistão, Tailândia, Índia, etc., supostamente “lançados de paraquedas de noite” sobre as estufas agrícolas daquela região.

Imigrantes, ou mercadoria de tráfico humano, parece que com laivos de escravatura, à boa maneira histórica dos nossos descobrimentos africanos, então sob a pia intenção de os batizar e catequizar, agora com a exclusiva intenção de os explorar, em regimes de trabalho a roçar a escravatura em pleno século XXI.

Mas espanto dos espantos, ninguém em Zambujeira do Mar se apercebera de tais manigâncias, nem a mínima desconfiança, sem estranheza alguma apesar de verem calcorrear as suas ruas, gentes tão estranhas, com um linguajar esquisito, ininterpretável.

Aquelas gentes alentejanas da Zambujeira do Mar, até agora nunca estranharam e se algum estranhou acabou também por entranhar a coisa, que isto não está para confusões, ainda nos chamam de populistas, de racistas e coisas quejandas.

O Zé, o Zé Povo alentejano, já se vê, dirá lá para os seus botões, pois se nem a G.N.R., nem as autoridades eleitas para cuidar de nós, os políticos já se vê, presidente da câmara, da junta de freguesia, o S.E.F. para controlar as nossas fronteiras com o seu comportamento revelam não querer saber de nada disto, nem o senhor doutor delegado de saúde, porque razão me vou meter em trabalhos?

E zás, nem é tarde, nem é cedo, o senhor Ministro mandou colocar uma cerca, que é como quem diz, uma fronteira à porta do empreendimento em causa, com agentes da autoridade feitos marionetes com ordens estritas para não permitir a entrada dos homens das leis, sim, os advogados das famílias proprietárias dos bens requisitado, requisição ferida. de uma total inconstitucionalidade.

Foi preciso usar daquela panaceia muito habitual em Portugal, para que os residentes pudessem chegar à fala com os seus advogados no sentido de defender os seus direitos constitucionais, a “cunha”, a célebre cunha, a secular cunha, a cunha à portuguesa.

O Bastonário da Ordem dos Advogados, que entretanto se meteu nesta lida, meteu a cunha ao senhor Presidente da República e a cerca desapertou-se, como por milagre.

Entretanto o senhor Ministro da Administração Interna, diga-se de passagem, conhecido amigo de peito de António Costa, resolveu aparecer no terreno da liça para lavar a asneira – acabou a perceber, que neste Portugal ainda há gente que conhece os seus direitos constitucionais e seria um enxovalho sua Ex. cia ver-se obrigado a morder a língua, quando não cair-lhe-ia em cima uma montanha de problemas.

A ver, porque razão as autoridades de segurança, as autoridades de saúde, os responsáveis autárquicos municipais e de freguesia, a própria proteção civil, a imprensa local (se existe), o S.E.F., ninguém foi por ele responsabilizado?

Ninguém sabia de nada e agora toda a verdade como o azeite vem à tona, à luz do dia, e os testemunhos são mais que muitos – o “negócio” alimentava muita gente, pudera que não.

A população de algumas das freguesias de Odemira, autarquia municipal que está em causa, como a freguesia de Zambujeira do Mar, viram a sua população descaracterizar-se e praticamente duplicar o seu número.

Testa dizer-vos, que esta vergonha social, esta escandalosa exploração de seres humanos, roçando inúmeras vezes a escravatura, a suspeita de tráfico de pessoas, só foi descoberta, não pelos inúmeros responsáveis (?), mas pelo SARS – 2 que facilmente os apanhou nas suas garras, tão primitivas e tão inconcebíveis no que concerne a condições sanitárias as instalações onde se amontoavam para viver.

Então é isto o Portugal de Abril, o fruto da Democracia, o El-Dourado Socialista que Costa insiste em vender-nos?

Tenham vergonha, se é que ainda sabem do que falo, daquilo a que me refiro.

Um novo 25 de Abril precisa-se, para nos tirar das garras destes novos tiranos.

Não há homens insubstituíveis, nem mentes iluminadas, recordem a máxima que reza “o exemplo vem de cima” e quando é mau, os resultados estão à mostra,

Portugal conjuntamente com a Turquia e a Roménia ocupa o pódio dos países mais corruptos e igualmente o que menos medidas anticorrupção da União Europeia implementou. Será preciso mais?

Ventura agradece, o Chega já incomoda muita gente e o Povo cada vez mais pobre e enganado do modo mais vil.

Termino deixando uma questão:

A quem interessa não implementar rapidamente todas as medidas da União Europeia para combater mais e melhor a corrupção, verdadeiro cancro da economia?

“Ainda a corrupção … no Futebol”

Sou incorrigível adepto do Desporto-Rei, o Futebol, desporto de massas sempre envolto num mar de grandes emoções frequentemente à flor da pele e “fanático” apoiante do Sporting Clube de Portugal, clube lisboeta, que milita na Liga Nós, a designação atual da antiga 1ª Divisão, enfim, modernices determinadas por interesses extra futebol.

Seguramente terei como curriculum de adepto do Desporto-Rei, a assistência a uns bons milhares de jogos nas mais diversas categorias e competições, eu próprio praticante ainda que amador no campeonato universitário enquanto me procurava licenciar.

Se a noção, que até aí já tinha quanto à competência técnica e até quanto à idoneidade de uns tantos, foi precisamente na prática desse campeonato universitário, que me vi confrontado com a realidade do submundo da arbitragem – não esqueçamos, que esta é parte integrante do Mundo do Futebol e não uma parcela independente, isolada do demais, que compõe o Mundo do Futebol.

Ora, voltando aos meus saudosos jogos dos campeonatos universitários, que disputei, no velho campo da Constituição, no campo do velho “Salgueiral”, no estádio universitário, no campo do Foz, etc., recordo, porque me ficou profundamente gravado, um episódio de arbitragem, que na altura dada ainda a minha ingenuidade me chocou.

Jogava-se mais uma jornada do campeonato universitário e a minha faculdade de Medicina defrontava a faculdade de Letras, equipa tradicionalmente a mais frágil do campeonato, que traduzia por derrotas todos os jogos até aí disputados. Medicina, todos os anos, discutia o título de campeão.

Por uma daquelas razões, que nos ultrapassam, naquele dia a coisa não corria de favor para as minhas cores, a Medicina. E eu que jogava a ponta de lança – um razoável marcador – não acertava a pontaria, mas também sofria da pouca produção dos nossos médios e, ou extremos.

O cronómetro não parava, a possibilidade de um empate a zero adivinhava-se, até que o juiz árbitro, ao passar junto a mim me lançou a dica “doutor, amande-se pró chão, que eu marco penalti” e … assim aconteceu – nem de propósito, pus-me a jeito para levar uma trancada do central, que o senhor juiz árbitro logo considerou como falta para merecedora de grande penalidade.

Obviamente, o senhor juiz árbitro, adorava ter estudado medicina, mas as voltas da sorte não o ajudaram, assim de algum modo realizava-se ao apitar os nosso jogos.

Mas todo este arrazoado é para vos falar de um outro senhor juiz árbitro, de seu nome, Manuel Oliveira, árbitro só por coincidência da Comissão Regional do Porto (Associação de Futebol do Porto), para vos falar não propriamente do homem em si, mas do seu desempenho como juiz árbitro no jogo realizado entre o Sporting e o Nacional para a Liga Nós, que me merece apenas a designação de iníquo, a esquecer, o exemplo de tudo quanto não deveria acontecer no Mundo do Futebol, mais precisamente da Arbitragem.

Diga-se, que ao rondar os 20 minutos de jogo já o Nacional cometera 16 faltas, algumas passíveis de punição por cartão amarelo, sendo uma delas mesmo por cartão vermelho e consequente expulsão – entrada de pitons à perna do adversário com grande risco de lesão grave – “cena” com o senhor juiz árbitro com visão em linha direta.

No fim do jogo, apreciadas as imagens por um sistema de VAR do canal de desporto SPORTTV 1, concluiu-se, que o Sporting foi escamoteado de três(3) grandes penalidades e poupado um profissional do Nacional a uma expulsão por vermelho direto – precisamente aquela que referi.

Arbitragem muitíssimo tendenciosa, compreensível dado Manuel Oliveira ser juiz árbitro da Associação de Futebol do Porto, ter-se pronunciado o “Papa” do Norte com muitíssima veemência (“BASTA”), incomodado por ter que olhar para cima para se limitar a ver por um canudo o título deste ano e verificar, que já não é “respeitado” como dantes por já o considerarem senil.

“O exemplo de Merkel”

A chanceler alemã Ângela Merkel nasceu na ex-Alemanha Oriental sob o domínio comunista da U.R.S.S. e isolada do restante território germânico pelo celebérrimo “Muro de Berlim”, símbolo da fragmentação da Alemanha Nazi no pós-guerra de 1939/45 – ou seja, a chamada Segunda Guerra Mundial.

Ângela Merkel foi educada à maneira de um regime espartano, mas com a perspicácia suficiente para perceber, que seria através da Escola, da Educação, da Cultura, que poderia “levar a carta a Garcia”, isto é, em linguagem muito brejeira, fazer a cabeça aos cidadãos, consequentemente aos eleitores – em termos culturais é deste modo, que funcionam as sociedades – a orientação, a aprendizagem, a doutrinação nunca desprezada muito em especial nestes regimes marxistas.

Lembrei-me hoje de Ângela Merkel por razões, que me tocam de perto, por razões familiares – tenho uma filha, professora efetiva há já 26 anos, que desde o tempo da troika (leia-se, da grande austeridade) vê a sua progressão na carreira congelada por razões de política económico-financeira socialista.

Entretanto o último governo socialista, com Mário Centeno ao leme do Ministério das Finanças, alcançou a “medalha de ouro” no que concerne às contas públicas. Estas alcançaram pela primeira vez um superavit na história da República Portuguesa pós-Abril.

Incompreensível portanto a manutenção das carreiras congeladas dos professores, mas não só destes profissionais, pois médicos, enfermeiros e outros sectores da função pública sofreram cortes e viram as suas carreiras congeladas – ou seja, Mário Centeno, o socialista à frente do Ministério das Finanças, não se absteve de criticar a gravosa austeridade praticada por Passos Coelho, mas refira-se, IMPOSTA POR UMA TROIKA, que pisou chão português a pedido do já tristemente célebre José Sócrates, ex-Primeiro Ministro de um Governo Socialista, que deixara Portugal e os Portugueses à beira da bancarrota.

Aqui chegados, interrogar-se-ão os meus leitores, onde pretenderei chegar recordando duas personalidades políticas socialistas com comportamentos tão díspares – um, “um mãos largas” para com os seus amigalhaços e não só, o outro, “um unhas de fome”, travestido em usurário, avarento de trazer por casa, uma reles imitação do Tio Patinhas, alimentando a fome e a pobreza de tantos, esmagando o nível de vida de uma classe média (aquela que desde sempre foi o saco de pancada dos socialistas)?

Pois bem, cá vai a razão de ser desde meu poste.

“Merkel dirigiu-se aos seus concidadãos num discurso altamente instrutivo e pedagógico, explicitando as razões pelas quais na Alemanha, a classe dos professores usufrui dos mais altos vencimentos quando comparados com médicos, engenheiros, enfermeiros, etc.. A razão é simples, diz ela, deverei pagar mais a quem vos ensinou, porque sem eles nenhuma sociedade poderia evoluir.

Isto é a visão do Mundo de alguém que a Europa admira.

Sem cultura, sem professores, a sociedade seria composta de analfabetos, ainda mais exposta à voracidade e à ganância das lideranças. Todos, ou pelo menos a maioria de nós, saberá, que não deve esperar nunca, ou muitas raras vezes, a surpresa de confirmar, que a classe política como regra geral também tem exceções.

Aprendam com Merkel!

“Sobre a triste realidade socialista e não só”

Interrompi a feitura das minhas “obras de arte literária” durante alguns dias, em parte consequência da ressaca provocada pela 2ª dose da vacina contra o “bicho chinês”, em parte para desenjoar no que concerne à permanente intoxicação pública, verdadeira obra prima da nossa (da nossa não, da deles) Comunicação Social.

Um facto desportivo contribuiu em muito para esse processo de desintoxicação mental, as polémicas à volta do Futebol Profissional, melhor, no que se refere à qualidade profissional da Arbitragem, até à sua idoneidade, aos disputadíssimos jogos que anunciam o fim do campeonato da Liga Nós.

Para alguns é a esperança de chegar ao título de campeão para outros é o desespero de tudo fazer para fugir à despromoção – é uma guerra sem quartel – e no meio dela sobrenadam os interesses instalados, os cálculos aos muitos milhões em jogo, as negociatas pouco transparentes, as jogadas de bastidores.

A coisa aqueceu a tal ponto, nesta última jornada, que Sérgio Conceição, o conhecido treinador do F.C. do Porto insatisfeito, diria mesmo revoltado, com o trabalho da equipa de arbitragem e com o VAR perdeu o controlo, diga-se em abono da verdade mais uma vez, e mimoseou o juiz árbitro com uma série de elogios de alto coturno, bem apalavrados pela linguagem rasteira da sarjeta.

Certo que Sérgio Conceição testemunhou a não marcação de duas, ou talvez mesmo, três grandes penalidades favoráveis ao F.C. Porto, que muito provavelmente permitiriam alcançar a vitória. Porém, aquele técnico, como diz o Povo, perdeu toda a razão, quando enveredou pela agressão verbal à equipa de arbitragem.

Diga-se em abono da verdade, que curiosamente, o F.C. Porto é o clube mais beneficiado em termos de grandes penalidades e quem lá andou dentro das quatro linhas, saberá bem do que falo – a cultura da arte do mergulho piscineiro dentro da grande área do adversário, encontra nesse clube nortenho um número significativo de conceituados “profissionais” da arte de bem mergulhar, depois bastará ao dono do apito “dourado”, perdão do apito, vulgo instrumento de trabalho dos senhores juízes árbitros (também conhecidos no submundo da bola por “padres”) justificar que foi por mero acaso, que falharam na missão em si delegada.

De uma coisa estamos todos certíssimos, Sérgio Conceição nunca disparatou com qualquer senhor juiz árbitro, que por “acidente” tenha beneficiado o F. C. Porto. Sim, porque como reza o dito popular, “mel na minha boca, é fel no c…ú dos outros”.

Em relação à triste realidade socialista, são tantos os casos, que hoje vou dar uma de “nacionalista”, Portugal está praticamente em final de pandemia, tais são os números de novos casos de Covid-19 e de mortos, que os responsáveis mor deste burgo socialista decidiram acabar com o flagelo dos estados de emergência, desconfinando praticamente tudo, ainda que mantenham determinado tipo de restrições sem nexo algum, caso dos restaurantes, que aos domingos, deverão encerrar às 14 horas.

Alguém me saberá explicar cientifica e, ou racionalmente, tal medida? Será que o bicho chinês não tem nada de madrugador e guarda as horas mais vespertinas do dia para “atacar”? Ou será mais um teste à “bovina” paciência dos portugueses? Se sim, até quando estarão os meus caros concidadãos dispostos a ser “terreno” para experimentações de jogos marxistas-leninistas?

A esse propósito, recordar-vos-ei o que se passa com os criadores da dança da minha juventude, o tango, a bela Argentina transformada agora em mais um campo de experiências marxistas, com resultados a pedir meças à “evoluída e avançada democracia venezuelana”.

A política socialista marxista-leninista uma vez chegada ao Poder, nunca conseguiu em qualquer país, retirar o Povo, as tais populações com as quais diz preocupar-se, de outra coisa que não seja a pobreza, nivelando tudo e todos por baixo, com honrosas exceções, as dos seus líderes e colaboradores.

Assim aconteceu na Argentina, onde um regime socialista acaba a colocar esse país no ranking da pobreza a caminho do top, top esse ocupado pela Venezuela.

Veja-se o Misery Index 2021:

Venezuela – índice 3827,6 – primeiro lugar do ranking

Argentina – índice 96 – sétimo lugar do ranking

Pobre Argentina!

Outro El-Dourado Socialista, que provoca na sua população uma inércia tal, que até inclui Francisco, sim, um Papa tão lesto a criticar tudo e todos, na ordem social da Igreja, mas capaz de o fazer olvidar as suas origens.

“O 25 de Abril é nosso, só nosso e de mais ninguém”

É a lapidar conclusão, que se pode tirar da anedótica decisão de excluir, no caso o Partido Iniciativa Liberal, um partido democrático constitucionalmente reconhecido, mas considerado pelos promotores (leia-se, os donos de Abril de 74) como não merecedor de enriquecer pelo menos em matéria de Democracia um desfile dos já caquéticos lutadores de Abril, ou pelo menos dos vários sobreviventes “heróis lutadores antifascistas”, que em muitos casos se apoderaram do êxito dos outros.

Não fora a vassourada dada atempadamente por Ramalho Eanes, e hoje, sob a tutela de um Otelo Saraiva de Carvalho, líder do “célebre” COPCON de triste memória, Portugal seria a última fronteira duma Democracia fortemente musculada, no mínimo do tipo cubano.

Mas mantendo-me na razão de ser do título deste poste, deverei recordar-vos a uns mais idosos e a outros bem mais jovens aconselhar o estudo do período pós-revolução (dito, PREC), no sentido de melhor interiorizarem e interpretarem os contínuos abusos, verdadeiros atentados aos valores democráticos, que foram (ou deveriam ser) a única razão de acontecer o Abril de 74.

Recordo bem esse período tenebroso, sim tenebroso, é o termo exato para o melhor definir, votações de braço no ar tentando condicionar a decisão de cada um, verdadeira pulhice mais própria de canalhas, censura rigorosa a atos e palavras, prisões realizados sob o pleno arbítrio do chefe do COPCON (Otelo Saraiva de Carvalho, autor da memorável frase prenhe de conceitos democráticos tipicamente de Esquerda – levam-se apara o Campo Pequeno e fuzilam-se – referia-se aos ditos fascistas, ou no mínimo aos muitos considerados como tal por essa “lendária” personagem democrática de Esquerda Radical.

Por estas e outras, é que o conceito corrente entre nós, os oficiais milicianos, relativo à cultura e à intelectualidade dos oficiais ditos de carreira, não era o melhor. A maioria destes, como usávamos dizer, para avaliar do seu grau de inteligência, do seu Q.I., a avaliação era determinada pelo número de riscos dourados que enfeitavam as suas divisas.

Sempre, e eram muitas vezes inevitáveis, que se trocavam piropos entre oficiais de carreira e milicianos, o argumento radical, que os siderava, era lembrar-lhes, que se despissem a farda não eram ninguém e nós milicianos continuaríamos a ser engenheiros, advogados , médicos, etc., arrebanhados à força para os servir, melhor, para servir os interesses dos grandes e poderosos, que se ocultavam por detrás das protetoras dragonas desses oficiais de carreira.

Tudo isto considerado, PREC, COPCON, um exército incapaz sem a força dos milicianos e soldados arrestados à força, deveriam os que se consideram “donos do 25 de Abril” tomar um boa purga para lhes eliminar a sobranceria mais própria dos ignorantes e falhados da Vida.

Nota final: já tive aqui a oportunidade de aconselhar a leitura do “Relatório das Sevícias” no site da Presidência da República, relatório onde se descrevem as “amáveis e dóceis” torturas de cariz muito democrático servidas à moda de Stalin, sobre inúmeros presos vítimas do arbítrio do então líder do COPCON, Otelo Saraiva de Carvalho – uma dessas vítimas tratava-se do Tenente Coronel, Marcelino da Mata, por mera coincidência, só o oficial mais condecorado do Exército Português, guineense de nascimento.

“Você sabia que … – 2”

Você sabia, que a Esquerda dita democrática (leia-se, socialista, bloquista e comunista) pretenderá acoitar a repugnante, por antidemocrática, ideia de Ana Gomes no sentido de tudo fazer para ilegalizar um jovem partido de Direita, sem poder algum dada a sua pequenez versus o enorme poder de uma Esquerda socialista marxista-leninista-maoísta, partido aquele, o Chega, que garantidamente nunca fez mal aos Portugueses ao contrário de um Partido Socialista, que nos desgoverna constantemente.

Veja-se o escandaloso caso da venda das barragens do Douro por uma quantia de muitos milhões de euros, “negociata” escorregadia e fugidia a tal ponto, que o voraz Fisco português, nem um “tusto” viu. Nada de IVA, nem imposto de selo, nada de nada, fazendo lembrar aquela histórica expressão “fartar vilanagem” proferida por um nobre apoiante do Infante Dom Pedro, tio de Afonso V, no recontro/batalha de Alfarrobeira.

Recorde-se a sanha de Ana Gomes contra um partido constitucionalmente reconhecido como legal, sanha doentia, só pode ser, dado esquecer, que nunca terá sido por tráfico de influências, que o Chega se constituiu como um partido reconhecido constitucionalmente, mas cujo “nascimento” se justificou pelas inúmeras arruaças à Democracia de Abril, aos seus valores, às liberdades, garantias e direitos, praticados pelo seu amado partido socialista, que tudo controla e todos pretende controlar.

Os escândalos sucedem-se, autarcas corruptos, deputados idem, justiça cheia de nódoas, um serviço nacional de saúde carente de profissionais, desunhando-se para atender tudo e todos, mas com orçamentos muito parcos, etc., etc., apenas porque a ordem é poupar, poupar, custe o que custar – os muitos milhões dos nossos impostos, dinheiros de todos nós contribuintes é para enterrar na TAP, a tal “companhia de bandeira”, verdadeira joia de um pais de tesos sempre a esmolar de mão estendida para a Europa, ainda que ouçam pela cara adiante “verdades”, que deveriam faze-los corar de vergonha, se de gentes de formação moral e cívica exemplares se tratassem.

Os outros muitos milhões dos contribuintes portugueses vão parar ao “buraco” do Novo Banco, verdadeiro sorvedouro de dinheiros públicos na continuidade dos BPN’s e da C.G.D. cá do burgo. É um fartar vilanagem!

Entretanto o Tribunal de Contas assiste friamente aos desfalques da riqueza nacional.

E Sócrates aos olhos da Justiça de Ivo Rosa, revela-se-nos afinal como uma “vítima” da Procuradoria Geral da República.

Outro tanto acontece com inúmeros autarcas municipais, por excelência, que driblam o sistema constitucional, que os impede de se recandidatarem após o terceiro mandato – nada que político “chico esperto português não consiga ultrapassar – limitam-se a trocar de camisola, a bater à porta da autarquia vizinha. Este desejo pronunciado pelo serviço da coisa pública, é seguramente a única motivação, que os leva a utilizar estes expedientes, não é?

Pois é, a corrupção tantas vezes se passa debaixo dos nossos narizes, que o seu mau odor, acaba sempre por passar despercebido tão frequentemente nos fere a pituitária.

Depois, será que você tem conhecimento das mordomias implícitas a estes cargos – automóvel por conta dos contribuintes com todas as despesas incluídas (combustível, pneus, reparações, portagens, etc.), vales de refeições, vencimento de acordo com a qualificação do município (esta depende da sua população), assessores(as) e secretários (as) para aliviar a carga burocrática e não só do autarca, e por fim uma pensão de reforma ao fim de 3 (três) mandatos – 12 anos – enquanto você e eu demos para o sistema contribuições, no mínimo durante 36 anos.

O único conselho, que lhe deixo, se não está contente com a sua vida de trabalhador pagador, é enveredar pela carreira política – ainda lhe prestam homenagens, mesmo que entretanto seja condenado por uns desviozitos, meras distrações nas folhas de Excel.

Não acredita, não? Então aponte-me meia dúzia de autarcas distraídos no preenchimento da folha de vencimentos no Excel, que estejam atrás das grades. São de uma casta superior, assim a modos dos brâmanes cá do nosso burgo.

“Você sabia que …”

Você sabia, que Ana Gomes, a senhora ex-embaixatriz na Indonésia, também ex-eurodeputada socialista, igualmente ex-candidata à Presidência da República Portuguesa, lutadora desde a primeira hora (leia-se, desde a sua juventude universitária) como militante ativista do famigerado MRPP (movimento defensor da mais plena ortodoxia marxista – maoísta), revelando-se como uma “assanhada” inimiga do líder do Partido Chega, André Ventura, mexeu os todos os seus “cordelinhos” (leia-se, exerceu tráfico de influências – será crime?) para tudo conseguir no sentido de ilegalizar aquele partido, que lhe deu “água pela barba” – sim, há “mulheres de barba rija” – quando da última campanha eleitoral para as presidenciais, obtendo um resultado muito lisonjeiro dado, um honroso 3º lugar, a pisar mesmo os calcanhares da ex – embaixatriz, ex., ex. , etc. ?

Reitero, você sabia, que a “camarada” socialista Ana Gomes, de modo a manter-se como figura sui generis e exemplar da “democracia” dita socialista marxista-leninista -maoísta foi vacinada contra este miserável bicho chinês, o novo coronavírus SARS-2, com uma vacina “importada” por si, de França, mais uma vez usando do seu tráfico de influências, usando como “correio” uma sua amiga (até parece manobra socrática!), importação ilegal, “contemplada como crime”, mas do qual a Procuradoria da República fez ouvidos de mercador, apesar do facto ter sido badalado na Comunicação Social – pois, pois, há filhos e enteados, nós sabemos, é a Justiça Socialista no seu melhor.

Mas as “qualidades” da ex-militante ativista do MRPP, Ana Gomes, ex – embaixatriz, ex., ex., não se ficam por aqui, qualidades entre as quais sobrenada a sua pertinácia na luta pela sua democracia socialista (ou lá o que isso seja). A “camarada” Ana Gomes, decidiu, quando da prisão do “hacker” Rui Pinto (leia-se, do criminoso informático), sair a terreiro, como a nossa histórica Maria da Fonte (esta por razões bem mais nobres) e vir defender um criminoso informático como Rui Pinto, aplaudindo os seus feitos.

Ora perante tudo isto, eu questiono como Scolari – e o desonesto sou eu, ou melhor, será o André?

É este tipo de gente, que julga ter o dom da Verdade, da Justiça, da Honra, da Ética a quem eu recomendo vivamente a leitura dos filósofos clássicos, da Grécia Antiga, começando de preferência por “Diógenes de Sínodo”, cognominado pelo “O Cínico” e deixem de lado a soberba de mentes vendidas às cartilhas marxistas.

Aprendam a discernir por si próprias, somos animais racionais, como tal capazes de tomar decisões sem peias, nem cangas., doutro modo, pouco, ou mesmo nada, nos diferencia dos nossos “companheiros” irracionais.

Você sabia, que a I.L. (Iniciativa Liberal), partido político de Direita, com representação na Assembleia da República, o órgão máximo da nossa Democracia, manifestou interesse em associar-se como partido democrático, com representantes eleitos (deputados) em eleições livres e sob escrutínio secreto, ao desfile das comemorações do 25 de Abril, este ano organizado pelos “donos” do 25 de Abril e viu coartado esse desejo por aquele, que se considera o porta-voz da “Associação 25 de Abril”, Vasco Lourenço, um dos muitíssimos oficiais das Forças Armadas, mas não só, que tornaram possível o 25 de Abril e com ele a implantação da Democracia Pluripartidária?

É, ou não, descabida tal decisão, com o argumento da pandemia? Então qual o problema? Tratando-se de um desfile (pessoas em movimento) com o devido espeito pelas normas da D.G.S. , ou está o busílis do problema?

Será “alergia” à política da I.L., ou será mais um comprovativo de que esta Democracia é só para “cartilheiros”, os tais que se julgam os donos disto tudo?

São “os Vascos, as Anas, os Antónios, os Eduardos, etc., aqueles que se julgam “os novos donos disto tudo”, que precisam de ver expurgados das suas mentes, as ideologias retrógradas, que assimilaram compreensivelmente na fase da juventude (os anos sessenta marcaram toda uma geração), mas que já estão ultrapassadas.

O arcaísmo ideológico (chamemos-lhe assim) exige, que o pensamento político evolua, a ação não se limite aos cânones de uma cartilha ideológica, o Mundo Global não se encaixa e não gira em volta de teorias marxistas, poéticas e irrealistas.

Um mero exemplo. Alguém duvida, que o sistema assistencial dito socialista só “sobrevive” à custa de uma pesadíssima carga fiscal e de dotações orçamentais, que uns tantos pagam em claro benefício dos muitos, que no mínimo, parasitam, ou fraudam, o sistema?

Você sabe, qual o país europeu, que antes de qualquer outro, criou uma “assistência social” embora que ainda rudimentar?

A Suécia, sistema estatizado, mas que rapidamente evoluiu para um sistema misto – estatal e privado – ou seja, descontos numa base obrigatória para uma reforma mínima e investimento em fundos geridos por entidades privadas idóneas, cujos resultados, no caso da Suécia, alcançam valores de muitos milhões de euros, aforros a distribuir proporcionalmente em face dos seus investimentos (percentagem dos seus vencimentos livremente decidida pelos próprios empregados, trabalhadores, operários.

Ou seja, “assistência social”, que exige aos próprios contribuintes (todos quantos trabalham) um controlo de gastos de acordo com a realidade da vida.

Cá ,como diariamente constatamos, a propaganda desta ideologia socialista alimenta uma enorme fração da sua população eleitoral, à custa da carga fiscal, que é suportada só por quem trabalha, ou é pensionista, e como tal não se pode eximir ao compromisso do pagamento fiscal. Como se usa dizer, “este Mundo Socialista é dos espertos”.

Por hoje, fico por aqui, mas fica a promessa de vos revelar mais factos “esclarecedores” quanto à essência desta ideologia socialista marxista-leninista- maoísta, que nos (des)governa.

“A subserviência é o mote”

É o mote, como quem diz, é o assunto, o tema, que está na moda e tão gritante se torna, que é impossível não nos apercebermos, não lhe dar ouvidos, enfim, não reter a nossa atenção, refiro-me obviamente à subserviência a roçar a mais completa indignidade.

Antes do mais, devo parabenizar os seus atores, sim, atores e não autores, nada de confusões. Autor é todo aquele que produz. escreve, pinta, etc., etc., algo de novo, algo de inédito, enquanto ator é todo aquele, que usa arte da representação, seja no teatro, no cinema, na T.V., até no circo, tal como os palhaços, fazendo-nos rir, ou no mínimo sorrir, aplaudir ou apupar, conforme o desempenho dos ditos atores.

É sabido, que não podemos exigir seja em que assunto for, tema, ou ideologia política, que estejamos todos de acordo, que aceitemos ordeiramente os pontos de vista dos demais, que a “nossa verdade” seja a única, passe o pleonasmo, a verdade verdadeira, mas também nunca será menos certo, que seja qual for o nosso ponto de vista, a nossa visão das coisas, a nossa interpretação pessoal, a nossa leitura da situação, que em Democracia plena, todos, mas mesmo todos, deixem de ter direito à sua opinião, à sua interpretação, à sua leitura no que concerne a direitos. liberdades e garantias.

Sejamos mais transparentes, passemos à análise, ao amago do problema, que esta minha introdução levanta. Refiro-me ao significado daquilo a que chamamos “Democracia Participativa”, à sua essência versus a realidade da sua prática num regime pluripartidário, coxo, como o nosso em Portugal.

Democracia é um termo que deriva do grego “demos” (Povo) e de “kratos” (Poder), ou seja, o Poder está nas mãos do Povo, ou pelo menos deveria estar, mas em Democracia dita representativa, como a nossa, nunca tal poderá acontecer e porque ordem de razões?

Efetivamente o Povo é livre de eleger os seus representantes (leia-se, os seus deputados) na Assembleia da República, mas desde logo essa eleição está inquinada, ora, porque inúmeros deputados dos diversos partidos aos olhos dos eleitores não passam de uns ilustres desconhecidos, alguns mesmo residentes em zonas bem distantes das que se apresentam como seus candidatos, ora, porque nunca serão verdadeiramente livres nas suas intervenções políticas como futuros deputados (leia-se, como representantes de uma determinada fração do eleitorado) – no atual regime dito democrático participativo, pluripartidário, serão apenas simples marionetes nas mãos de líderes partidários, que se dizem democratas, mas que não se limitam a impor as suas diretrizes ideológicas, impõem igualmente a inquestionável “disciplina partidária”, ou seja a mordaça psicológica e moral sob a ameaça de sanções, que vão desde a advertência (cartão amarelo) até à expulsão (cartão vermelho).

Isto é a DEMOCRACIA PLURIPARTIDÁRIA, dita REPRESENTATIVA sob a capa da participação dos cidadãos, nos quais se incluem inúmeros sem a mínima literacia política, mas que apenas servem para justificar o injustificável, ou seja, convencem-se, ou tentam convencer-se os cidadãos (leia-se, eleitores) por artes tantas vezes maquiavélicas a roçar o total despudor, como por exemplo, o mesquinho aumento das pensões mínimas dos rurais em 10 euros, ou seja, 33 cêntimos por dia – verdadeiro insulto aos muitos deserdados da fortuna, que ainda creem no porvir de um El-Dourado Socialista – que todos aqueles são seus íntegros representantes e não apenas subservientes figuras sem personalidade própria e tantas vezes de caracter duvidoso – a realidade dos nossos dias comprova-o.

Porém, como diz o nosso bom Povo, “um mal nunca vem só” e agora os eleitores, os muitíssimos iliteratos políticos, os mesmos, que acreditavam que os “comunistas comiam criancinhas ao pequeno almoço” (não falemos agora e aqui no Holodomor para não objetivar alguma razão de ser dessa afirmação de canibalismo) serão sempre os mesmos iliteratos políticos, que votam, porque o candidato é simpático, bem falante, até jeitoso, sem qualquer consciência da sua decisão no ato de votar.

É exatamente por tal existir – os muitíssimos milhares de analfabetos políticos, os tais iliteratos profundos que de História Mundial nem sequer ouviram falar, totalmente cegos e surdos intelectualmente falando, que assimilam sem digerir todas as balelas politicamente muito convenientes sobre o “perigoso e criminoso” André Ventura, o líder do partido Chega.

Talvez não fosse por acaso, que André Ventura e os seus seguidores tivessem optado pelo termo usado para denominar o seu partido, o termo CHEGA – exatamente significa, que chega de falsa democracia representativa, de uma democracia de vendilhões de ilusões, de contínuas falsas promessas, de uma Justiça a todos os títulos vergonhosa, de uma Saúde (S.N.S.) para iludir os muitíssimos cidadãos, que nunca tiveram outra como termo de comparação, de uma Escola agora mais interessada do que nunca em virar “madrastas”, naquilo que deveria serem locais de educação e ensino dos nossos jovens em todos os aspetos, mas sempre com a estreita colaboração das Famílias e dos valores da Moral e da Ética.

Um determinado canal de T.V. (dos tais a quem o regime socialista marxista-leninista, supostamente, comprou antecipadamente publicidade em troca de mais de 1,5 milhões de euros – leia-se, subsidiou com o nosso dinheiro ) iniciou um programa de ataque aos populismos europeus, utilizando umas “pinceladas” aqui e ali da História Política da Europa – inclusive trazendo à baila muito convenientemente o fascismo e o nazismo, como regimes ditatoriais a esquecer, “colando-os” aos ideais, que dizem defender André Ventura e o seu partido o Chega.

O curioso do tal programa, com arremessos históricos de defensores da Democracia (será da dita pluripartidária, ou da marxista-leninista?) esquece muito convenientemente, que “populismos” não são apenas movimentos ditos de Extrema-Direita, são-no também os populismos da Extrema-Esquerda (veja-se, Cuba, Venezuela, Coreia do Norte) e se quisermos ser mais didáticos, porque não apontar o radicalismo marxista-leninista e, ou maoísta, assim como os radicalismos religiosos?

Chega de tendenciosos, chega de oportunistas, chega de subservientes, chega de falsos moralistas!

Estamos fartos destas gentes, que se julgam os “novos donos disto tudo”, chega!

“Desculpem o meu silêncio, mas ainda estou a recuperar …”

Não, infelizmente não fui vítima de Covid-19, situação, que reconheço a ter existido poderia em extremo ter-me custado a vida, não, infelizmente não se tratou de mais um episódio, de mais um caso de Covid-19 a colaborar com as nossas nada simpáticas estatísticas de casos da pandemia pelo SARS -Cov – 2.

Tratou-se sim de mais um bárbaro atentado à minha dignidade de cidadão contribuinte no pleno gozo dos seus direitos constitucionais, a vergonhosa e inenarrável epopeia traçada pelo juiz Ivo Rosa no contexto de um processo jurídico, que envolve “gratas e grandes” personalidades, daquelas, que vivem no limbo da Justiça, permitindo-lhes assim permanecer incólumes, tal como a alvura de um lençol de pano cru num leito nupcial, bem significativo da “honra da noiva”.

Ivo Rosa envergonhou a Justiça Portuguesa, os Portugueses e Portugal, certos, que estamos da maioria da Comunicação Social nacional e internacional tecer as maiores críticas – como foi possível realizar tal interpretação quanto ao quase total de acusações de José Sócrates, Ricardo Espírito Santos e outros arguidos, reduzindo umas centenas de acusações a meia dúzia de tiros de pólvora seca – imagine-se, que no caso um simples motorista transformado em estafeta, restou como um dos “criminosos” a responder em Tribunal pelo porte de arma sem a respetiva documentação.

Foi tal o “sábio” odor do extenso arrazoado do dito juiz, que de uma coisa estou seguro, ficará para as calendas, para todo o sempre, como a antítese da essência da Justiça. Uma verdadeira página negra, preenchida por inúmeras rasuras, exatamente rasuras e nada mais.

A Magistratura Portuguesa foi enxovalhada, descredibilizada perante uma “plateia de arguidos” todos bem rotulados, como se fossem um grupo de bons malandros, de mãos impolutas e mentes inocentes – Vittorio De Sica, um realizador de filmes da era do neo-realismo, teria aqui matéria para uma excelente produção cinematográfica – as mafias siciliana e calabresa tomá-los-iam por manuais a respeitar, de modo a garantir-lhes o êxito.

34 milhões de euros, uma bagatela, esvaem-se como fumo, incapaz de deixar rasto, mesmo depois de uma entidade bancária suíça responsável admitir que de fumo não tinha nada, eram bem palpáveis e se limitavam a gozar do tão conhecido segredo bancário na boa paz e tranquilidade de um cofre naquele país de banqueiros.

O “passador”, aquela muito conhecida figura destas andanças limitou-se a corroborar a entidade bancária em questão, que não senhor, não se tratava de fumo, mas de uns muito palpáveis 34 milhões de euros, mas nem isso Ivo Rosa atendeu, chutou de imediato para canto, declarando já ter prescrito o prazo para eventuais reclamações – nanja, que nunca poderia passar pela mente do douto juiz, esquecer da tal prescrição, aliviava-lhe as considerações e não desagradava a ninguém – afinal os mais diretos “contribuintes” para esse montante, os prejudicados do BES, a maioria já tinha “patinado” daí que o eventual alarido nunca passaria das paredes daquela sala.

Depois, conclui-se da verborreia do douto juiz, que era lá possível a maioria daquela gente tão bem vestida, tão garbosa, tão bem representada, ser responsável por tais patifarias, retirando da boca dos muitos pobres, que militam pelas ruas das grandes cidades deste El-Dourado Socialista, o pão com que tentam saciar a fome, a sua e a dos seus filhos.

Tratou-se de mais uma pazada de terra bem negra para encerrar a tumba da Democracia Portuguesa.

“O Porto, cidade Invicta, está de parabéns”

O Porto cidade, vulgarmente designada por Invicta, está de parabéns, pois a sua comunidade judaica decidiu criar e abrir ao público um Museu dedicado ao drama do Holocausto.

Reconheça-se a enorme importância em termos históricos e culturais de tal decisão, que para além de enriquecer o património cultural do Porto/Cidade Invicta, vem contribuir para informar, mas também “formatar” consciências de muitíssimos, que para além da cultura tele novelesca e, ou a futebolística, produzida em quantidade, que não em qualidade, mas muito convenientemente para manter as suas mentes “sintonizadas” nas questões mais pueris e fúteis da nossa Vida.

Reitero pois os meus parabéns à Comunidade Judaica do Porto, a grande vítima da “loucura de Hitler”, personagem que ficou na História pelos piores motivos, pela sua iniciativa, a criação e abertura do Museu do Holocausto no Porto.

Sou apenas um curioso da História, mas admito ter sido surpreendido, muito recentemente, pela tomada de conhecimento de um outro tipo de holocausto, este não de “etiologia” fascista, da autoria de Hitler, mas sim da autoria de Stalin, o “democrático” ditador comunista soviético, que entendeu numa bela jogada de antecipação histórica, criar não um holocausto. mas sim um “Holodomor” na Ucrânia, condenando à morte pela fome, e não só, vários milhões de ucranianos (admite-se possa esse número ter alcançado a cifra de 12 milhões) apenas como represália às contestações da população de agricultores da antiga Ucrânia Soviética, quanto ao seu louco plano de produção em massa de produtos agrícolas, em especial de cereais, para exportação, com a exclusiva intenção de propagandear o pseudo sucesso do seu Primeiro Plano Quinquenal para a União Soviética.

Não vou pronunciar-me sobre a débil saúde mental destes dois líderes, que ficaram para a História Mundial pelos piores motivos, pois os factos históricos falam por si, vou apenas questionar a quem de direito compete em termos culturais e históricos a tradução da verdade histórica e a elucidação das mentes sequestradas por todas as correntes ideológicas marxistas-leninistas apoiadas em aberrantes negações da História da Europa.

Assim, interrogo:

-Para quando um Museu do Holodomor?

Ou será inconveniente, que o Povo. o tal Povo por quem comunistas e socialistas tanto se esfalfam em esclarecer com as suas “verdades não coincidentes” com a verdade da História, não tenham direito à reposição da Verdade dos factos históricos?

Pelo andar da carruagem, creio mesmo, que aquele meu desejo, a minha luta pela transparência, nunca será realizável, pois em Politica, principalmente de ideologia socialista usa dizer-se, que “uma mentira repetida muitas vezes acaba por parecer verdade” e na Vida já o constatei inúmeras vezes.

Nota breve:

Leiam “O Arquipélago dos Gulags“, da autoria de Aleksandr Soljenitsin, Prémio Nobel da Literatura em 1974, obra literária escrita na clandestinidade e ficarão bem esclarecidos sobre a realidade na prática da ideologia comunista.